ESCRITÓRIO SÃO PAULO
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O Tucunaré

O Tucunaré O Tucunaré O Tucunaré O Tucunaré

O Tucunaré

Podendo pesar até 13 kg, o tucunaré é um dos peixes preferidos da
pesca esportiva, tanto por sua grande combatividade quanto pelos seus
fantásticos saltos.

Embora o mais comum é serem fisgadas espécies variando entre 6 e
11 kg, o pescador Mr. T. O McLean já capturou um incrível exemplar
de 12,250 kg!

Dependendo do tamanho do tucunaré, o pescador fica vários minutos
num combate emocionante, além de correr o sério risco de voltar para
a pousada com parte do equipamento de pesca danificado.

No rio Itapará encontramos dois tipos de Tucunaré, o Açu e o Borboleta.

Nome científico: Cichla spp
Família: Cichlidae
Género: Cichla
Variedade: No Brasil é possível encontrar 14 espécies diferentes.
Alimentação: Se alimentam de qualquer coisa pequena que se
movimenta e outros peixes, além de pequenos crustáceos.
Reprodução: Na época de reprodução formam casais que partilham
a responsabilidade de proteger ninho, ovos e filhotes.

Distribuição geográfica
Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, mas foi introduzido nos
reservatórios da bacia do Prata, em algumas áreas do Pantanal,
no rio São Francisco e nos açudes do Nordeste.

Descrição
Peixes de escamas, de corpo alongado e um pouco comprimido.
Existem pelo menos 14 espécies de tucunarés só na Amazônia,
sendo cinco espécies descritas: Cichla ocellaris, C. temensis,
C. monoculus, C. orinocensis e C. intermedia.

O tamanho (exemplares adultos podem medir 30 cm ou mais de 1 m de
comprimento total), a coloração (amarelada, esverdeada, avermelhada,
azulada, quase preta, entre outras), e a forma e número de manchas
(grandes, pretas e verticais; ou pintas brancas distribuídas regularmente
pelo corpo e nadadeiras) variam bastante de espécie para espécie.

Todos os tucunarés apresentam uma mancha redonda (ocelo)
no pedúnculo caudal.

Ecologia
Espécies sedentárias (não realizam migrações), que vivem em
lagos/lagoas (entram na mata inundada durante a cheia) e na boca e
beira dos rios. Formam casais e se reproduzem em ambientes lênticos,
onde constroem ninhos e cuidam da prole.

Têm hábitos diurnos. Alimentam-se principalmente de peixes e
camarões. São as únicas espécies de peixes da Amazônia que
perseguem a presa, ou seja, após iniciar o ataque, não desistem até
conseguir capturá-las, o que os torna um dos peixes mais esportivos do
Brasil. Quase todos os outros peixes predadores desistem após a
primeira ou segunda tentativa malsucedida.

Todas as espécies são importantes comercialmente e na
pesca esportiva.

A pousada
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